Arquivo do mês: dezembro 2008

E 2008, como foi?

De repente chegamos ao final de 2008, desde que comecei meu blog, tenho colocado algumas coisas que tem me marcado em cada ano, como esse final de ciclo me dá uma boa oportunidade para rever para onde a vida tem caminhado, estes posts tem servido bem para essa revisão, eu costumava listar os livros que mais gostei, mas li somente 6 livros este ano, então espero melhorar essa performance, os melhores filmes você vai ver no post abaixo a respeito dos prêmios que ganhei. vamos lá:

Renovatio Café – Comecei o ano fuçando no Joomla e chamando um pessoal para colaborar com um site que serviria de estímulo para a tal de conversa emergente, lançamos o site no final de fevereiro e este tem me dado muito trabalho e muita satisfação em conhecer gente legal e saber o que Deus tem feito de novo aqui no Brasil. Com a colaboração e envolvimento do pessoal, o site já tem uma cara bastante própria, já tem um conteúdo realmente interessante que tenho toda firmeza em indicar, além disso, o site me deu a oportunidade de conversar pessoalmente com um pessoal muito legal que antes só conhecia pelos livros e ações na internet e que geraram entrevistas muito interessantes como Tom e Christine Sine, Spencer Burke, Rubens Muzio e o Mark Scandrette (cuja entrevista devo lançar nas próximas semanas).

Visita do Spencer Burke a São Paulo – e é como falei, em um momento me inspirava com o site The Ooze desejando um dia ter um site igual aqui no Brasil e em outro, estou conversando com o próprio Spencer Burke em minha casa. Sua visita coincidiu com o dia do meu aniversário, com ele promovemos uma conversa muito boa com a turma da conversa emergente de São Paulo a qual deixamos seu registro no Renovatio Café, e levantamos várias possibilidades de projetos para o futuro juntos. Foi um final de semana realmente intenso e marcante.

Perguntas que fazemos ao travesseiro – Estava com este projeto em mente há bastante tempo e com a ajuda do Sandro Baggio e o pessoal do Projeto 242, pudemos fazer quatro encontros muito legais, conversar de forma que fazia há muito tempo não tinha conversas tão gostosas. Já tem gente cobrando mais encontros no próximo ano e isso é bom!

– Meu carro – precisei trocar o carro esse ano, não troquei a marca, somente troquei por um outro “zero”, essa compra foi relevante porque afetou todo meu orçamento até 2010, fora meu apartamento, nunca fiz um financiamento tão grande, isso meio que me incomoda, mas apertamos o cinto e desfrutamos o carro.

– Os prêmios do Estadão – Se de um lado, o dinheiro está mais curto, de outro, recebi graça em ganhar vários ingressos do meu jornal para diversão da família, em uma promoção ganhei seis pares de ingresso para cinema, fazia muito tempo que não assistia tantos filmes que eu queria, e nessa série de “nunca na história dessa família” ganhamos ingressos para ir ao circo e ao teatro. Isso fora nossas visitas ao Parque da Mônica, próximo no final dessa semana e nossa oportunidade de voltar ao Hopi Hari nas próximas férias, a nossa primeira vez, em julho, foi por nossa conta.

– O que não deu tão certo – à medida que as tentativas implicam risco de sucesso assim como de insucesso, é interessante lembrar o que não deu tão certo esse ano, pelo menos tentei, posso citar então o Projeto Mandaqui, meu desejo em aprender a cozinhar e reunir o pessoal para cafés no Starbucks às quartas feiras, estes dois últimos ficam para 2009.

Se você gosta destas retrospecitvas, veja outras:

E tem as minhas dos últimos anos, talvez até tenha começado alguns da mesma forma:


Porque Ateismo?

Hoje tive uma tarde muito produtiva, consegui terminar depois de bastante tempo “The Twilight of Atheism: The rise and fall of disbelief in the modern world” de Alister McGrath, a demora se deveu mais a questões de organização de leitura do que ao nível do livro. McGrath escreveu também uma resposta a Richard Dawkins em seu último livro, ambos publicados em português, mas preferi encomendar um livro mais generalista a respeito do movimento.

O autor mostrou-se bem organizado, detalhou de forma bem inteligível a origem de muitos movimentos ateus relacionando-os sempre na história geral e história do cristianismo.

Uma proposta interessante do autor foi relacionar a fé (ou a ausência dela) ao imaginário das pessoas, tanto movimentos cristãos ou ateus cresciam à medida que tinham suporte da arte para alimentar o imaginário das pessoas e solidificar a cultura. Outra proposta do autor foi relacionar o crescimento do ateísmo aos momentos em que a religião cristã estava mais ligada ao poder opressivo local, o que me fez pensar frequentemente na era Bush e nos lançamentos de livros ateus tão famosos:

“Onde a religião é usada para oprimir, confinar, privar e limitar, o ateísmo era visto como a oferta à humanidade de uma visão generosa de liberdade. mas onde a religião trabalhou em se basear nos corações e mentes das pessoas simples, é sensível à suas necessidades e preocupações, e oferece a eles um futuro melhor, qualquer crítica atéia vai parecer com menor credibilidade. Os crentes tem que estar cientes que, por estranho que possa parecer, são eles que terão o maior impacto no futuro do ateísmo”

Teve dois capítulos que chamaram bastante a minha atenção e estão bem ligadas à proposta emergente, um deles (Disconnection from the Sacred: Protestantism and Atheism), neste capítulo, o autor liga o ascetismo do culto Protestante ao desenvolvimento do ateísmo, engraçado não é? Mas ele fala que à medida que os reformadores protestantes aboliram todo tipo de símbolo, ritual e arte do culto e limitou a experiência com Deus somente à leitura e meditação da Palavra de Deus, a fé perdeu força por estar estritamente ligada a este racional, antes o autor descrevera um momento que o ateísmo mesmo teve auxílio de romances e poesias que povoaram o imaginário do povo, ao lado disso, o autor citou o movimento pentecostal como chave para revitalização do Cristianismo. Outro capítulo que valeu a pena ler, foi “Postmodernity: Atheism and Radical Cultural Change”, onde o autor descreve algumas bases do pensamento moderno e o aparecimento do pós-modernismo.


City walking

Sábado passado tentei aproveitar a noite para passear com a família para ver as luzes de natal da cidade, achei melhor ir neste sábado do que o próximo quando estaremos às vésperas do natal, não adiantou muito, pois o trânsito estava bem complicado já a partir da subida do Pacaembú para a Dr. Arnaldo, de qualquer forma, ao contrário de outros anos que somente passava pela Paulista de carro, resolvi parar e passear com a turma. Foi demais!

As luzes estão realmente muito bonitas, o clima do pessoal passeando era muito gostoso, o parque Trianon está realmente lindo e o momento se tornou ainda mais especial quando pudemos ver um pequeno coral se apresentando. A grande pena foi não pegar o banco Real aberto, pois iria abrir à noite a partir de hoje (planejei antecedência demais, acho). Gosto muito de andar na Av. Paulista, lógico que com o Natal o clima era muito melhor, mas nada como dar uma caminhada na cidade com a família.

Acho que o ato de caminhar na cidade nos dá meio um sabor de desfrutar a cidade, toda viagem que faço com a família a gente sempre faz aquela questão de “dar uma volta”, parar em um café, etc. O difícil é fazer isso em São Paulo, principalmente à noite. Por causa disso que acabei me tornando aquele “rato” de shopping center, e acho que a alegria que tinha e que via no rosto de muita gente naquela noite, já mostra que a comodidade do passeio no shopping center não resolve este gosto de se desfrutar a cidade em que se está.

Não tirei fotos, me arrependia constantemente pois a todo momento poderia encontrar gente tirando foto de alguma coisa naquela noite. De qualquer forma os momentos ficaram na memória, minha e das crianças.


Cada um no seu quadrado?

Quando a gente estava planejando os encontros do “Perguntas que fazemos ao travesseiro”, a gente começou a viajar com vários filmes com os quais podemos relacionar e contar as verdades de Deus para o pessoal, daí comecei a juntar alguns vídeos em meu YouTube como recursos que poderia utilizar a qualquer momento para contar estórias, exatamente como Jesus fazia, um deles é o video abaixo, bem intrigante nessa época do ado, aado

Me fala o que você achou, parece que chegou a ganhar um Oscar


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